Mais uma vez, hoje, não pude deixar de me indignar com o noticiário da TV:
Mega-Sena: funcionária vendeu bolão ao pai, diz advogado
[fonte]
"A lotérica Esquina da Sorte, de Novo Hamburgo, nunca foi questionada por fiscais sobre a realização de bolões. A garantia é do advogado Marcelo De La Torres, responsável pela defesa de parte do grupo de apostadores que acertou as seis dezenas da Mega Sena mas não levou o prêmio."
[fonte]
Presidente de Sindicato de Lotéricas diz que bolão é 'contrato de confiança':
[fonte]
Isso é uma tentativa de tirar o "dela" da reta? A quem cabe fiscalizar? Existem testemunhas de mais para que não dê em nada.
Por que ainda temos esperança? Quem prova que todas as lotéricas que promovem bolões realmente fizeram as apostas? O jogo de apostas é proibido em todo o Território Nacinal desde 1941 (Menos quando ele é realizado por um estabelecimento licenciado. O porquê disso, hoje, me parece mais óbvio). [Lei CAPÍTULO VII].
Lembrem desta frase e de seu Autor: "Deus me ajudou e eu ganhei dinheiro"
Confesso que depender de sorte é algo que me incomoda bastante. Por que temos que confiar que o número de apostas da mega-sena é aquele dito pela caixa? Bem, se for pela quantidade de pessoas envolvidas, dessa vez a mesma argumentação vai dar ganho de causa aos lesados do bolão citado.
A "sorte" dá margem para a lavagem de dinheiro e exploração do trabalhador. Por que apostar na sorte e não na educação e no trabalho? Isso não me parece justo.
Todos os jogo de apostas deveriam ser proibidos porque é impossivel fiscalizar e impedir a lavagem de dinheiro.
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